
Na quarta-feira passada (10/04) participei de um evento bem bacana da marca de sabão Brilhante. No evento foi anunciado o novo posicionamento da marca, “Brilhante, a ajuda que faltava para você brilhar ainda mais”. A campanha com esse novo posicionamento começou a ir ao ar no dia 15/04 com filme para TV aberta. O filme mostra a história real da Cátia Freitas, que passou por uma horrível crise financeira, e para ajudar a família começou a fazer salgadinhos, mas as coisas começaram a mudar quando ela começou a fazer quindim “diferentes”. Hoje a loja Bendito Quindim é uma realidade, e sua história, um exemplo.
Também contaram suas histórias a apresentadora Astrid Fontenelle, a jogadora de vôlei da seleção brasileira Natália Pareira e a chef Carla Pernambuco.
Logo depois a Antropóloga Mirian Goldenberg, falou da pesquisa que ela coordenou ” O que quer a mulher brasileira?”
Vamos ver alguns dados desta pesquisa?
LIBERDADE – Nesta pesquisa, realizada com 1300 mulheres, um dos dados mais interessantes é o que as mulheres mais desejam. A liberdade aparece em primeiro lugar. Elas admiram a liberdade masculina com relação ao corpo, ao comportamento sexual, à capacidade de brincar, de rir e de ter prazer, sem tanta preocupação com a opinião e a censura dos outros. Elas querem ser mais leves e brincar mais. Dizem que são muito “cobradas” no trabalho, na família e na vida em geral. Afirmam que se preocupam excessivamente com a opinião dos outros. Sentem-se prisioneiras de um determinado modelo de ser mulher, enquanto eles podem ser muito mais livres em todos os domínios sociais. 30% das pesquisadas disseram que desejam ter liberdade, seguida de independência, salário maior, mais leves e brincar mais.
RECONHECIMENTO – Essas mulheres brilhantes querem pertencer aos grupos sociais que são importantes (escola, faculdade, trabalho, amigos, amores, família, religião etc.), mas querem ser únicas. Querem o reconhecimento por serem especiais.
SER ÚNICA – elas querem ser únicas, especiais, insubstituíveis. A diferença é que as mais jovens querem ser únicas para o outro, serem especiais para os seus namorados, maridos, amigos, colegas de trabalho. As mais velhas não precisam tanto da aprovação dos outros. 37% das mulheres pesquisadas de mais de 60 anos disseram que são mais felizes hoje. 45% disseram que se sentem mais livres.
FELICIDADE – “O que faria você mais feliz?”, 70% delas deram respostas como: casa própria, filhos na faculdade, aumento de salário, mais dinheiro, ter um negócio próprio, viagens, carro novo, emagrecer dez quilos, fazer lipoaspiração, colocar silicone no peito etc. 35% das pesquisadas mencionaram a importância de ter mais tempo para os próprios prazeres. “Qual o momento mais feliz do seu dia?”, 65% citaram situações como: “Quando meu marido me abraça carinhosamente”; “Quando meus filhos dizem que sou a melhor mãe do mundo” ou “Quando meu chefe me elogia”.
FILHOS – Os principais desejos dessas mulheres brilhantes formam um tripé: filhos fazerem faculdade + casa própria + viagens/consumo. Para mais de 50% das pesquisadas, os filhos estão em primeiríssimo lugar
ORGULHO DO LAR – a casa é motivo de orgulho: gosta da casa sempre limpa, cheirosa e gostosa. A limpeza da casa tem um valor simbólico e emocional: significa, para elas, poder, admiração, intimidade, aconchego, organização, harmonia, qualidade de vida, status, saúde, beleza, prazer, felicidade – “tenho o maior prazer de deixar a minha casa um brinco”.
RIR MAIS – a pesquisa, intitulada “A cultura da felicidade”, foi realizada com 1.500 mulheres e homens. Entre os inúmeros achados interessantes, destaca-se o fato das mulheres afirmarem que riem pouco e demonstrarem o desejo de brincar muito mais. 60% das pesquisadas responderam que gostariam de rir muito mais. Elas dizem que precisam se levar menos a sério, e querem se preocupar menos com a opinião dos outros para poderem se divertir mais.
PODER DE CONSUMO – Chamadas de “nova classe média”, classes emergentes, em ascensão, as mulheres da classe C (6 a 15 salários mínimos) são mais de 50% da população feminina que detêm o maior poder de compra: 80% do que é comprado nos supermercados, 60% dos salões de beleza, 80% conectados à internet: elas querem consumir mais, querem conforto, novidade e qualidade.
CORPO E MARIDO COMO PATRIMÔNIO – Ao serem perguntadas sobre o que mais admiram em outras mulheres, 25% delas disseram o corpo (magro) e a beleza. Em seguida, detalharam: cabelos, seios, bunda, barriga, pele, dentes. E, ainda, autoconfiança, autoestima, leveza, sensualidade, inteligência, capacidade de conciliar emprego e família, entre outras respostas. No Brasil, para as mulheres brilhantes, o corpo é um verdadeiro capital, mas o marido também é. O marido é o capital marital, considerado uma verdadeira riqueza, especialmente para as mulheres de 30 a 50 anos.
SER MAIS LEVE – elas admiram a liberdade masculina com relação ao corpo, ao comportamento sexual, à capacidade de brincar, de rir e de ter prazer, sem tanta preocupação com a opinião e a censura dos outros. Elas querem ser mais leves e brincar mais.
Achei a pesquisa interessantíssima! E com certeza alguma muito coisa se encaixa com a gente né.
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