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Para sua cozinha: utensílios de bambu

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Todo mundo tá meio careca de saber que os utensílios de madeira são ruins por causa da facilidade em que são contaminadas. 

Fiz um post, há um tempinho, falando sobre tábuas de cozinha, qual era a melhor, se tratando de saúde. A vidro se saiu melhor, massss comentaram que ela era ruim pois cegavam as facas. As de plástico, eca, ficam encardidas e horrorosas.

Agora temos mais uma escolha, as tábuas e outros utensílios de bambu!

Diferente da madeira que necessita do uso de bactericidas na composição, o bambu  possui uma propriedade natural de eliminação das bactérias. Característica do agente natural do bambu, que previne a proliferação de bactérias e ainda as combate.
Foram realizados testes com três empresas e em todos os resultados houve a ação bactericida com redução de 99,9% no período de 24 horas e sem nenhum produto químico. O teste qualitativo conduzido pelo o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas – Brasil) foi comprovado o halo de inibição, ou seja, o bambu inibe a aproximação das bactérias. Não foi detectado também a presença de formaldeído (encontrado em colas) e nenhum preservativo nocivo ao ser humano e normalmente usado em madeiras.

Além de ser mais resistente e leve, a fibra longa do bambu permite ser moldada e o resultado são peças com design moderno, práticas para a rotina de casa e excelentes para presentear. As vantagens de produção também são importantes. O bambu tem um período de crescimento curto, cerca de 3 ou 4 anos, e média de 100 anos de vida. Uma vez cortado, nasce um novo broto através dos caules subterrâneos (rizomas).

Quais os cuidados com essas peças?bambuwelf

  • Devem ser lavados com detergente neutro e secos imediatamente após a lavagem. Não é indicado o uso de máquina de lavar.
  • Não devem ser colocados na geladeira por grandes períodos.
  • Alimentos quentes podem ser servidos em utensílios de bambu, mas as peças não podem ir ao microondas ou forno.
  • Guarde os produtos em locais secos para evitar o surgimento de mofo.
  • A cada seis meses, pode ser utilizado óleo mineral (encontrado em farmácias) para nutrir as fibras e revitalizar as peças.

Eles são lindos, sustentáveis e saudáveis!

FONTE: Welf - fabricante de peças de bambu

O vai e vem das sacolinhas [enquete]

Desde o anúncio, no começo do ano, que as sacolinhas não seriam mais distríbuidas nos supermercados, São Paulo entrou numa discussão sem fim. Muitos consumidores se sentiram lesados e acharam isso um absurdo. Outros não viram nada demais em levar suas sacolinhas de casa, afinal, era para o bem do planeta.

E desde então, as sacolas foram e voltaram algumas vezes.

Nessa semana, vi um pessoal comerando a volta da sacola. Até uma amiga minha, que trabalha em um supermecado falou que os clientes já estavam furiosos querendo a bendita sacola.

E hoje, quando fui pesquisar mais sobre esse assunto, descobri que não, as sacolas não voltarão!

Se você quiser saber mais é ver no Blog do Planeta e no G1 SP

Agora eu quero saber a opinião de vocês:

Dia 25 de janeiro: As sacolas plásticas se despedem de SP

E hoje, 25 de janeiro, as embalagens começarão a ser vendidas em SP. A medida é para proteger a natureza, mas provoca muita discussão já que algumas pessoas estão acostumadas a usar a sacola para outras coisas, como sacos de lixo.

As sacolas plásticas, que demoram mais de cem anos para se decompor, entopem bueiros, poluem mananciais e intoxicam animais que se alimentam deste material. As biodegradáveis fazem o mesmo mal, porém demoram cerca de dois anos pra decompor em aterros sanitários e cerca de seis meses em uma usina de compostagem.

O lembrete está por todos os lados. As compras têm que ir em caixas de papelão, mochilas, sacolas retornáveis ou nas trazidas de casa.

As sacolas plásticas ainda existem no mercado, mas ficam escondidas. Para levar as compras para casa em uma delas é preciso pagar R$ 0,19. Só que o modelo não prejudica o ambiente, pois é biodegradável.

Na cidade, 260 milhões de sacolinhas deixaram de ser jogados em aterros sanitários, lixões, trazendo um grande benefício para a natureza.

Texto: G1 e Consumidor moderno

O que vocês acham disso?